O interessante deste livro é que ele abrange muitas épocas e passagens bíblicas. Eu gostei da leitura, demorei um pouco mais do que devia para terminar, mas foi muito produtiva, com palavras difíceis e o bom é que ajudou a movimentar minha mente, pois, pula de uma época a outra em vários capítulos.
E falar sobre os anjos não é fácil, pois acreditamos em certas crenças ou melhor em lendas contadas sobre anjos, e o Eduardo conta de uma maneira maravilhosa a mistura de luz e sombras sobre a terra. Como diz minha mãe ao ler o livro me falou de um fato que acontece em um dos capítulos, os anjos lutam em uma ponte do Rio de janeiro, e acontece um acidente por causa disso. "As vezes acontece acidente que não sabemos a causa, seriam os anjos lutando no invisível." É penso como ela, isso não seria impossível se pensarmos desta forma... Anjos realmente existem!

Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.
Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedon, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.
Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heróicas, magia, romance e suspense.
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